A Noronha Idiomas nasceu para ser mais do que uma escola: nasceu para ser resposta. Para ser ponte, trilha, mão estendida para quem já tentou de tudo e ainda não conseguiu. Essa missão é inegociável. Ela pulsa em cada aula, em cada atendimento, em cada decisão tomada por qualquer colaborador.
Ser parte da Noronha não é vender um curso, é carregar um chamado. É olhar para o aluno como alguém que confiou em nós para mudar a própria história. Toda vez que você se posiciona, responde uma mensagem, grava um vídeo ou inicia uma aula, você está sendo o rosto de uma promessa feita: “Aqui, a sua vida vai mudar”.
E essa missão não se quebra. Não se enfraquece. Não se negocia. Ela é o nosso norte.
Aqui, respeitamos antes de julgar. Acolhemos antes de cobrar. E acreditamos antes de duvidar.
Na Noronha, não toleramos nenhuma forma de preconceito, seja por aparência, gênero, raça, religião, identidade, escolaridade ou qualquer outra diferença. E também não romantizamos “jeitinhos” que machucam o outro disfarçados de brincadeira.
Cada colaborador é respeitado como indivíduo, cada aluno é tratado com dignidade, e cada decisão precisa nascer do princípio: essa atitude respeita quem está do outro lado?
O respeito é a base silenciosa de tudo o que somos. E onde ele termina, termina também o direito de representar a nossa escola.
Mentir para um aluno, omitir um erro, manipular uma situação, tudo isso mina a confiança que é sagrada aqui dentro.
Na Noronha, escolhemos a verdade. Mesmo quando ela exige coragem. Mesmo quando ela custa mais esforço. Porque acreditamos que relações saudáveis se constroem com confiança, e confiança se constrói com transparência.
Se um processo falhou, dizemos. Se houve atraso, explicamos. Se algo não pode ser feito, somos honestos.
Preferimos perder uma venda com dignidade do que fechar uma com engano. E você, como parte dessa cultura, é guardião dessa clareza nas suas atitudes e comunicações.
Na Noronha, cada palavra é um instrumento de transformação. Não falamos apenas por falar. Falamos com propósito.
A comunicação aqui é firme, mas nunca violenta. É acolhedora, mas nunca permissiva. Acreditamos que uma frase pode levantar ou derrubar alguém, por isso, não usamos ironias, indiretas ou julgamentos disfarçados.
Se temos algo para corrigir, corrigimos com verdade e humanidade. Se precisamos elogiar, fazemos com presença e intenção. Escrevemos com clareza, falamos com coerência, e ouvimos com respeito.
Nossa voz é nossa identidade. Nosso tom é nossa assinatura. E nossa comunicação precisa sempre construir, nunca ferir.
Vestir a camisa da Noronha é muito mais do que estar num grupo de WhatsApp ou ter o nome no contrato.
É entender que sua presença, online ou offline, carrega a marca de uma escola que transforma vidas. Cada vídeo postado, cada resposta a um aluno, cada detalhe da sua bio nas redes sociais ou da assinatura de e-mail é uma extensão da Noronha.
Zelar pela imagem da escola é proteger algo que milhares de pessoas acreditam, investem e divulgam.
Você não representa só a si mesmo. Você representa um movimento, um método, uma promessa feita a milhares de famílias. E isso exige postura, responsabilidade e orgulho.
Aqui, o aluno não é um número. É um sonho em construção.
Cada aula perdida é uma oportunidade de transformação desperdiçada. Cada minuto de atraso é um impacto na confiança. Cada resposta ignorada pode ser um gatilho de frustração para alguém que já foi desacreditado muitas vezes.
Você tem o poder de reacender a esperança de alguém, ou de apagá-la.
Responsabilidade com o aluno é mais do que entregar o combinado: é se importar genuinamente com o processo dele. É acompanhar, orientar, observar sinais.
Quem não cuida do aluno com excelência, interrompe um processo que vai muito além do inglês. E isso, na Noronha, é inaceitável.
Lealdade não é bajular. É cuidar mesmo quando há desacordo.
Na Noronha, divergências são bem-vindas, mas devem ser tratadas com maturidade, diretamente com quem pode resolver. Falar mal da liderança, de colegas ou da empresa em grupos paralelos, alfinetar, criar rixas ou sabotar processos é uma violação direta dos nossos valores.
Quem não é leal dentro, não pode representar fora.
Somos um time. E mesmo quando discordamos, nos posicionamos com respeito. Aqui, não aceitamos jogos de ego, fofocas ou conflitos mal resolvidos. Resolver é o que fortalece. Falar pelas costas, enfraquece.
E nosso legado é forte demais para ser enfraquecido por vaidades.
Na Noronha, ninguém precisa ser perfeito. Mas precisa ser disposto.
Errar é permitido. Repetir o erro por orgulho, não.
Valorizamos quem ouve feedback com abertura. Quem muda a rota com humildade. Quem entende que evolução profissional não vem do conforto, mas da autorresponsabilidade.
Aqui, crescer não é opcional, é parte do pacto. O que não cresce, estagna. E o que estagna, prejudica quem está ao redor.
Se você está na Noronha, é porque acreditamos que você pode evoluir todos os dias. E quem acredita nisso, sabe: ego demais atrasa. Mente aberta acelera.
Trabalhar de casa não é licença para informalidade.
Na Noronha, liberdade e responsabilidade andam juntas. Home office não significa descompromisso. Significa saber se organizar, respeitar os horários, manter a presença, a imagem e a energia alinhadas com a missão da escola.
Não é porque estamos em ambientes diferentes que estamos desconectados. O aluno sente. A equipe percebe. A liderança acompanha.
Nosso ambiente é leve, mas nunca relaxado. É autêntico, mas nunca amador. A Noronha está no mundo, e cada atitude sua precisa representar isso com profissionalismo e presença.
Se você errou, fale. Se não entendeu, pergunte. Se está em dúvida, busque orientação.
Aqui, a honestidade não é negociável. Ela é o que sustenta nossa cultura.
Nada nos desestabiliza mais do que descobrir que alguém escondeu um erro. Nada nos fortalece mais do que ver alguém assumir com coragem e corrigir com agilidade.
Somos humanos. Mas também somos construtores de um legado. E só se constrói com verdade.
Na Noronha, honestidade vale mais do que performance. E a confiança que ela gera é o nosso maior ativo interno.
Na Noronha Idiomas, ética também é lealdade. Consideramos conflito de interesses toda e qualquer atividade que, direta ou indiretamente, possa comprometer a transparência, a imparcialidade ou a dedicação do colaborador à escola.
Exemplos claros:
Se houver dúvida sobre o que configura ou não conflito, o colaborador deve comunicar a liderança antes de tomar qualquer decisão. Ética é perguntar antes, não justificar depois.
A imagem da Noronha Idiomas é uma extensão de tudo que construímos juntos. O uso da marca, incluindo logotipo, nome da escola, fundo institucional, materiais visuais e identidade verbal, deve seguir autorização da liderança ou do setor de marketing.
É proibido:
Representar a marca é uma honra, e com ela vem a responsabilidade de zelar por tudo que ela significa.
Pontualidade é respeito. Cada aluno aguarda sua aula com expectativa, e cada minuto de atraso compromete a experiência e a credibilidade da escola.
Todos os compromissos devem começar no horário marcado. Atrasos só são aceitáveis em situações emergenciais, e sempre com aviso prévio no canal correto.
Na Noronha, chegar no horário não é diferencial: é o básico. A pontualidade sustenta a excelência que prometemos em cada atendimento.
A confiança dos nossos alunos também é construída no silêncio ético. Todos os dados compartilhados com a equipe, nome, e-mail, objetivos, histórico, formulários, gravações, planos pedagógicos, mensagens, são protegidos por nossa política de sigilo.
É proibido:
Sigilo é cuidado. Quem protege as informações, protege a missão.
O colaborador é livre para se expressar nas redes, mas quando está associado à Noronha Idiomas, carrega também nossa reputação.
Esperamos que evite:
Se você deseja divulgar seu trabalho na Noronha, alinhe antes com o time de marketing. Comunicação responsável também se faz no digital.
Na Noronha, ética não é só sobre o que se fala, é também sobre o que se segue. Os Procedimentos Operacionais Padrão (POPs), formulários, protocolos e fluxos existem para garantir que a experiência do aluno e da equipe seja segura, fluida e de excelência.
Ignorar um processo, pular etapas ou improvisar em nome da “praticidade” pode gerar falhas graves. Ética é respeitar os bastidores com o mesmo cuidado com que se apresenta ao público.
Reunião não é intervalo, é espaço de construção. Esperamos pontualidade, escuta ativa, câmera ligada (salvo exceções previamente alinhadas) e presença real, sem distrações com celular ou outras abas.
No momento do feedback:
Mais do que colaboradores, somos seres humanos em movimento. Valorizamos o autocuidado e esperamos que cada integrante da equipe tenha responsabilidade com sua saúde mental.
Se estiver cansado, sobrecarregado, emocionalmente fragilizado, fale.
Não normalizamos burnout. Não romantizamos sofrimento.
A escola existe para transformar vidas, e isso inclui a sua. Ética emocional é saber seus limites, comunicar com antecedência e permitir-se cuidar.